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{Sexta-feira, Julho 20, 2007}


TOP... TOP... TOP...



Infelizmente, o português não tem a palavra baixura. Assim, para ficar à altura da deselegância do gesto, declaro, de princípio, para não haver dúvidas, que o senhor Marco Aurélio Garcia cagou e sentou em cima. Com as devidas desculpas, claro, pelos termos chulos.

Mas... não é assim que a nossa imprensa interrompe uma boa notícia, como a queda dos juros ou o crescimento da economia? Com mas, entretanto, todavia, no entanto... Então, vamos aos entretantos...

Aliás, antes de tudo, quero também declarar que não tenho mais paciência (ia dizer saco, mesmo, mas, sabe como é... noblesse oblige! temos de controlar o número de palavras deselegantes de nosso texto, para não cairmos na vala comum)... Como ia dizendo, não tenho mais paciência para falar da mídia golpista, da perseguição estapafúrdia que setores da classe média alta fazem ao Lula, nem tentar entender essa patifaria toda. Portanto, deixe-me voltar ao assunto do assessor presidencial.

Não vou desculpá-lo pelo gesto grosseiro. Isso, não. Mas, será que existe alguém que nunca falou um palavrão na vida? Será que, diante de uma lei que lhe é contrária, nenhum empresário esmurrou a mesa e mandou a autoridade para regiões inóspitas e impublicáveis? Será que, diante da derrota de um adversário, ninguém se rejubilou e soltou sonoros palavrões? De uma boa sacanagem ninguém, absolutamente ninguém, escapa. Principalmente em particular. Porque, simplesmente, em particular ninguém tem obrigação de ser politicamente correto. E ninguém o é. Então, o meu primeiro senão à gritaria contra o assessor tem relação com esse falso moralismo que, de repente, leva professores de ética (veja bem: de ética!) a desfilarem condenações infantis em programas de rádio e televisão.

O top... top... top..., que na época do Pasquim se tornou marca registrada do Fradinho mau do Henfil, sem dúvida é anti-ético. Sem dúvida é politicamente incorreto. Mas, não foi um gesto público, embora pudesse ter sido captado a distância por uma câmera indiscreta. E surge outro questionamento: teria alguém o direito de invadir a privacidade de uma autoridade e flagrá-la em atitudes inconvenientes (embora não criminosas) e, pior, publicar esse material?

Em nome da liberdade de imprensa, pode-se até dizer que sim. Mas fica uma dúvida: quantas pessoas mais ou menos públicas e importantes esse mesmo repórter pode ter surpreendido em atitudes inconvenientes? E de quantas ele resolveu não publicar? E, se não publicou, qual o critério?

Se tivéssemos absoluta certeza de que esse repórter (ou qualquer outro) agisse sempre com os mesmos critérios, isto é, publicasse todo material que, por acaso ou não, registrou, doesse a quem doesse, eu até concordaria que não houve quebra da ética jornalística, embora não goste desse tipo de reportagem ou publicação.

Quanto material inconveniente pode estar no fundo de gavetas de repórteres, e não foi publicado porque não contribuía para algum propósito, porque o repórter simpatiza com a pessoa, porque (nem quero pensar no caso de chantagem!) alguém lhe pediu que não o fizesse, porque deve favor a fulano ou a sicrano?...

Então, que se condene, sim, o gesto do senhor Marco Aurélio Garcia, mas, por favor, sem moralismo, sem histeria, sem esse jeito condenatório e crucificador que se reveste a mídia em tal situação. Professor de ética que vem a público condenar, simplesmente, um fato como esse, sem perceber todos os lados da questão, com ranço moralista e moralizador, está confundindo ética com moral e, portanto, não merece o título que tem.

A mídia que publica, de forma escandalosa, tais imagens e exige, como se quisesse governar também, a pura e simples demissão do assessor, não está cumprindo o seu papel de isenção e de informação. E se é rádio, não pode repetir essa mesma notícia a cada dez minutos, sempre com o tom condenatório e inquisitorial, como se isso fosse o fim do governo, o fim dos tempos com sons de clarins e santos descendo dos céus para separar os bons do maus.

Isso, para mim, constitui-se, sim, na pior forma de jornalismo: aquela que tem por objetivo satisfazer interesses, não importa quais sejam, de partidos políticos derrotados, de gente que está de olho no poder pelo poder, porque não admite que o povo escolha livremente seus governantes.

Senhor Marco Aurélio Garcia: seu gesto foi, sim, totalmente fora de propósito. Totalmente anti-ético. Merece, sem dúvida, um pedido de desculpas à sociedade brasileira, não às vítimas do acidente especificamente, que não têm nada com isso, mas a todos os brasileiros. Mas a mídia golpista (não ia mais usar esse termo!) também precisa se penitenciar e pedir milhões de desculpas ao povo pelas bobagens que anda publicando por aí. Bobagens muito mais anti-éticas que o gesto estúpido do senhor.

Se o fradinho pudesse reviver na pena genial de Henfil, talvez estivesse fazendo outro gesto, muito mais grotesco, para todos os envolvidos nesse lamentável episódio.

posted by ISAIAS EDSON SIDNEY 3:18 PM

REFLEXÕES


O título já promete: papo de mineiro, conversa esticada, pra mais de légua.



Paciência.



Aos pretensos leitores, a opção de ficar por aqui. Há também a tecla del. Muito útil nesses casos. Não vou ficar amuado, não. Aliás, nem vou saber. Portanto, vamos lá, que o assunto é brabo e espinhoso.



Vou começar por um fato de quase dez meses atrás. O acidente com o avião da Gol, aquele que o jatinho Legacy derrubou. Podem vir milhares de páginas técnicas de relatórios, de estudos de engenheiros e especialistas de vôo, de testemunhas, que nada me tira da cabeça uma coisa. Que quero compartilhar.



Pra isso, vou falar um pouquinho de mim. Sou um sujeito pra lá de normal. Há poucos anos, adquiri um novo carro (não um carro novo, que isso ainda é sonho). Mas, um carro em bom estado. Confortável. Potente. No primeiro dia que saí com ele, voltando de madrugada para casa, peguei uma avenidona, dessas de várias pistas, bem iluminada. E vazia. Pensei: por que não? E lá fui eu dar um pau no carrão, pra ver sua reação. Adrenalina a mil. Fantástico. Dias depois, uma multa do radar. Fiquei puto, claro. Mas fazer o quê?



Quem, em sã consciência, já não fez isso? Ou seja, um carro novo, numa boa estrada, sem polícia à vista, que tal testar a máquina, testar a nossa habilidade?



Pois, é: agora pense. Um jatinho acabado de sair da fábrica. Uma aerovia no meio do nada, na Amazônia. Longe de tudo e de todos. Desliga-se, por um tempo, o transponder e não haverá radar nenhum a testemunhar. E lá vamos nós! Dar um pau nesse jatinho, fazer umas estripulias, adrenalina a mil.



Humano, demasiado humano, diria Nietzsche. Desumano foi o susto, a batida numa coisa no ar que não devia estar ali. Logo quando a gente ia começar a brincar!



Vejam: são dois pilotos super-experientes, tão hábeis que conseguem controlar o jatinho e fazê-lo pousar numa base aérea.



E isso nos traz mais um detalhe: se acharam uma base aérea no meio do nada, é porque tinham algum conhecimento da região. Sabiam que podiam brincar um pouco, sem problemas. E mais: por sua experiência, deviam saber também que, pelas leis de tráfego aéreo internacional, depois de Brasília, independente de qualquer plano de vôo, de qualquer ordem, teriam de viajar em aerovia ímpar, ou seja, deviam ter subido ou descido. Mas isso, acho que eles esqueceram.



Também é humano, demasiado humano. Embora seja um erro.



Ou seja: podem incriminar todos os controladores de vôo que quiserem, que também são culpados, por omissão ou seja o que for. Mas, há dois erros fundamentais que não podiam ser cometidos: estar voando naquela altitude e com o aparelho anti-colisão desligado! Todos os demais erros ocorreram a partir desses dois. Portanto: os dois pilotos americanos são, sim, os principais culpados pelo, até então, maior acidente aéreo do Brasil. Pode haver outros culpados, mas eles são os principais!



Lógica elementar. Não é preciso ser especialista em aviação, em acidente aéreo ou qualquer outra coisa. Basta ter bestunto e colocá-lo pra funcionar.



Mas, o papo ainda vai longe.



Aeroporto de Congonhas. São Paulo. Construído há cerca de setenta anos. No meio do mato. Em cima de um morro. Ou seja: local alto, longe da cidade. Com um detalhe: como está em cima de um morro, não tem possibilidade de grandes ampliações. Mas, para a aviação da época, devia ser imenso. Hoje tem uma pista, a principal, com dois mil metros. O máximo possível, em termos de geografia. Hoje, pista pouca. E pior: começa e termina num grande, imenso barranco. De um lado, o bairro do Jabaquara e muitas casas. Do outro, uma grande avenida e o bairro de Moema, e muitas, muitas casas.



Porque, nesses setenta anos, a cidade foi muito além do aeroporto. Que, agora, está a poucos quilômetros do centro e dos bairros mais nobres, em termos de empresas e firmas. Como se diz lá em Minas, uma mão na roda. Para os executivos da Faria Lima, para a classe alta do Morumbi, para os moradores de Higienópolis, para os empregados de bancos do centro etc. etc. etc.



Um conforto: de qualquer parte da cidade, apesar do trânsito, dá pra chegar rapidamente a Congonhas.



Mas São Paulo tem outro aeroporto. Guarulhos. Internacional. Um mostrengo de milhões e milhões de dólares. Na vizinha cidade de mesmo nome. De ônibus até lá, são cinqüenta minutos, a partir do centro. Se o trânsito estiver bom, muito bom, na Marginal do Tietê.



Obra dos governos militares, o aeroporto de Guarulhos está situado numa depressão, no meio de montanhas. Tem neblina o ano inteiro. Mas, não há problema: ele foi equipado com os mais sofisticados e modernos aparelhos de navegação do mundo. E todo avião desce ali monitorado por esse sistema. Sem problema. A não ser o custo, claro. Mas isso é detalhe. E outro detalhe: mesmo com toda a aparelhagem, vira e mexe, ele fecha. Principalmente, para pousos.



Uma historinha breve. Quando resolveram construir o aeroporto internacional de São Paulo, havia outra possibilidade de localização: em Campinas, onde já havia um terminal de carga, localizado numa aérea imensa, bem no alto, onde, dizem, há neblina durante quarenta minutos por ano. Eu disse por ano. Distante cem quilômetros. Mas, como não haveria tantos gastos em desapropriação de terras, nem com tantos e tão sofisticados equipamentos, o projeto de ampliação desse aeroporto previa a construção de um trem-bala entre o centro de São Paulo e Cumbica. Duração da viagem: trinta minutos. Garantidos.



Há várias histórias envolvendo a escolha de Guarulhos. E muitos, muitos milhões de dólares. E hoje São Paulo tem dois aeroportos: Congonhas e Guarulhos.



Voltemos a Congonhas. Nesses setenta anos, a aviação mudou, os aviões cresceram em tamanho, potência e outras cositas más. O aeroporto, no entanto, ficou do mesmo tamanho, porque, geograficamente, é impossível esticá-lo mais do que já foi esticado. Aumentaram as instalações, aérea de embarque, terminais, garagens etc. Mais conforto para os passageiros. Que são, atualmente, cerca de VINTE MILHÕES por ano!



Tentem fazer uma continha rápida: preço médio de passagem aérea para Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e outras capitais atendidas por Congonhas. Duzentos reais? Trezentos? Sei lá. Mas, fiquemos por aí. Agora multiplique isso por vinte milhões de passageiros/ano... Dá pra sacar?



Pois, é: e tem mais. Desses vinte milhões, a maioria é de São Paulo. Trabalha ali pertinho, a poucos minutos do aeroporto. Ou mora também por ali, em Higienópolis, no Morumbi... Ou seja, gente que tem grana (ou trabalha para empresas que gastam muito com viagens de seus funcionários, por terem interesses em várias cidades), cuja maior comodidade para viajar está em ter um aeroporto tão próximo, quase no quintal de casa.



Rio de Janeiro? Vapt-vupt. Meia hora de táxi, cinqüenta minutos de vôo e está descendo no Santos Dummont. Belo Horizonte, a mesma coisa. E Curitiba, e Floripa, e Porto Alegre, e Buenos Aires... tudo fica mais cômodo, mais rápido.



Congonhas é, mesmo, uma mão na roda.



Obsoleto, congestionado, com problemas estruturais terríveis, perturbador do sono dos milhões de vizinhos, com histórico de vários pequenos e outros nem tão pequenos acidentes que amedrontam os arredores. Mas uma mão na roda! Para o povo endinheirado (alguns nem tanto) que o utiliza muitas vezes por ano.



Agora, pense: será que essa gente toparia, assim, de repente, passar a pegar avião em Guarulhos? E as empresas aéreas? Será que gostariam de perder essa (ia dizer boquinha) bocarra escancarada de milhões e milhões de reais?



Eu disse que esse papo ia longe. E vai. Porque, agora, temos o acidente do Airbus A320. E esse é papo brabo, pior ainda do que os anteriores. E isso porque nem vou lembrar no Fokker da Tam que caiu no Jabaquara há quase dez anos.



Mas, vamos lá.



Depois do acidente da Gol, instalou-se o que a imprensa passou a chamar de caos aéreo. Previsível. Ia acontecer com ou sem acidente. Porque todo o sistema aéreo brasileiro foi idealizado, construído e é mantido pelos militares da Aeronáutica. Coisa, portanto, de milico. E cabeça de milico... deixa pra lá, todos sabem como é.



O acidente da Gol serviu para que as pessoas percebessem que havia algo errado no ar. E não eram apenas os aviões de carreira. Controladores descobriram que ganham pouco por tanta responsabilidade. Pilotos e especialistas, que os famosos radares que deviam cobrir todo o território nacional não eram assim nenhuma brastemp... Enfim, que havia muita coisa errada.



Inclusive Congonhas. É todo errado. Mas vamos ao acidente.



Querem porque querem atribuir o acidente do Airbus à falta de ranhuras especiais na tal pista principal de Congonhas. Que não foram feitas, porque o governo é incompetente. Porque a reforma foi mal feita. Porque... enfim, todos os porquês possíveis relacionados à bagunça de nosso tráfego aéreo, cujas causas remontam a anos e anos de, vamos lá, de deixar tudo como está porque está dando dinheiro. E quando algo está dando dinheiro, mexer pode prejudicar os ganhos de quem está ganhando muito dinheiro. E quem ganha muito dinheiro, se não é, fica muito poderoso. E contrariar os interesses de poderosos todo mundo sabe a encrenca que é ... Mas não é nem esse o caso, apenas. O caso é que a culpa é do Governo, ou seja, do Lula!



Muito bem. Vamos à lógica.



Dois minutos antes do tal Airbus da TAM despencar do aeroporto e, ironicamente, entrar pelo prédio adentro da própria TAM, matando talvez mais de duzentas pessoas, um filme mostra um mesmo tipo de avião passando pela pista numa velocidade x, atravessando o quadro do filme em 13 segundos, sem acontecer absolutamente nada. Em seguida o tal Airbus passa pelo mesmo espaço numa velocidade quatro vezes maior, cruzando o quadro do filme em apenas três segundos. E espatifando-se em seguida. A pista era a mesma, a chuva (pouca, no momento) era a mesma.



Este é um fato: se ranhura na pista detivesse avião, nenhum deles conseguiria parar, em dia de chuva, no aeroporto de Congonhas. Todos se espatifariam. Por que só esse se espatifou?



Além disso, que tamanho de ranhura (groover, na linguagem técnica) seria preciso para fazer parar um avião que atravessa a pista na velocidade do avião acidentado? E mais: estão procurando rastros de frenagem, na pista. Que frenagem? Se o piloto não freou! Ele tentou, por alguma razão, arremeter. Ou seja: ou o piloto não conseguiu diminuir a velocidade do avião. Por imperícia ou por falha de equipamento do próprio avião. E, então, só lhe restava a tentativa, fracassada, de arremeter. Fracassada porque a velocidade era excessiva para parar e pouca para tentar subir. E deu no que deu.



Não é preciso ser especialista em aviação para chegar a conclusões óbvias. Basta a lógica. E, depois, as averiguações que serão feitas, na tal caixa-preta, nas perícias dos destroços, na pista etc. Essas averiguações deverão comprovar o óbvio.



E para terminar: querer politizar um acidente aéreo, como estão fazendo jornais, comentaristas de rádio, falsos especialistas, a classe de riquinhos dos Jardins, gente do tipo que vaiou o Presidente no Maracanã, e mais: gente como um certo governador de estado que tem nas costas um buraco mal explicado do metrô, que matou gente e engoliu casas... isso me parece coisa de doido, de quem não tem o que fazer ou está tentando transformar o Brasil numa grande Venezuela, onde metade da população ama o presidente e a outra metade não só o odeia, mas quer derrubá-lo, nem que seja preciso chegar a uma guerra civil.



Isso é ódio. Ódio de brasileiro contra brasileiro. E isso, para mim, é samba de crioulo doido.



Pronto. Acabei. Só mais uma coisa: não tenho nada contra a Venezuela, não. Mas não é espelho para mim, nem para país algum. E estão querendo fazer aqui, o que fizeram lá: dividir o povo, por motivos ideológicos, por motivos absurdos.



Ô CAMBADA DE RIQUINHOS! VOCÊS GOVERNARAM TANTO TEMPO ESTE PAÍS: DEIXEM O LULA EM PAZ! Se ele não vai satisfazer suas vontadinhas, também não vai estragar suas vidas, não!



ÓDIO SÓ FAZ MAL A QUEM ODEIA!



PAREM COM ESSA BOBAGEM! TENHAM UM POUQUINHO DE BOA VONTADE... E DE ESPÍRITO DEMOCRÁTICO!






posted by ISAIAS EDSON SIDNEY 2:06 AM


{Domingo, Julho 01, 2007}


MANDE O CRIVELLA PARA O INFERNO, QUE É LUGAR QUENTE!


Marcelo Crivella, representante da Igreja Universal do Reino de Deus, no Senado, está tentanto tirar aindamais dinheiro do povo, agora por intermédio da Lei Rouanet para Cultura, que o tal senador do PRB-RJ quer estender aos templos religiosos.

O Estado brasileiro é,constitucionalmente, um ESTADO LAICO e assim deve ser.

Mas, ainda sofre influências de muitas religiões, que querem tirar o seu sustento dos impostos que pagamos, que já são usados, muitas vezes, das formas mais vis e contrárias aos interesses do povo.

Luto por um ESTADO REALMENTE LAICO. Religião é problema íntimo. NÃO SE DEVE MISTURAR FÉ COM POLÍTICA, NEM COM VIDA CIVIL, NEM COM REALIDADE.

Se você é crente, religioso, espírita, budista ou qualquer outra coisa, isso é problema seu; niguém tem nada com isso e os impostos não devem servir para propagar ou manter qualquer valor íntimo, como é o caso da religião.

Quem quiser ter sua fé, que a sustente. Quem quiser ter templo relgioso, que construa com recursos próprios. JÁ É UM ABSURDO QUE IGREJAS E TEMPLOS TENHAM ISENÇÃO FISCAL, QUE AS SEITAS ARRECADATÓRIAS DE DINHEIRO DO POVO NÃO PRESTEM CONTAS AO FISCO!

E agora, esse tal "bispo" Crivella vem com mais esta espoliação: tirar dinheiro da CULTURA para jogar em igrejas, templos e outras falcatruas mais.

Dê um basta nisto! Assine o manifesto contra essa BARBARIDADE!
Basta um clique aqui

posted by ISAIAS EDSON SIDNEY 1:36 PM

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